PGR poderá propor ao STF a suspeição de Ministro

  • 21 de janeiro de 2026
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recebeu representação para que ele proponha ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspeição do ministro Dias Toffoli como relator do inquérito que investiga fraudes e crimes cometidos pelos proprietários do Banco Master e seus aliados. Na semana passada, o senador Eduardo Girão (Novo-CE), apresentou uma representação contra Toffoli à PGR – Procuradoria Geral da República – solicitando a investigação “de possíveis conflitos de interesse e impedimentos” do ministro.

Dias antes, havia sido revelado que irmãos do magistrado cederam uma fatia milionária a um fundo de investimentos, no resort Tayaya, em Ribeirão Claro (PR) a um fundo de investimentos, investigado por abrigar teias de fundos ligados ao Banco Master.

As hipóteses de suspeição de um magistrado estão previstas nos códigos de Processo Penal e Civil. Eles definem que um magistrado fica impossibilitado de exercer sua função em determinado processo quando ele próprio, seu cônjuge ou parentes forem parte do processo, ou tenham interesse direto na causa.